Six Flags Great Adventure

Faz anoooooooos que eu não vou para Disney. Nem me lembro quando foi a última vez! 2007 acho. Acho que foi isso. Ou seja, muitos anos!

Tenho amigos viciados que vão uma vez por ano, amam e tal, mas nunca foi muito uma paixão. Um desejo. Um “quero ir agora” tipo o que tenho com tantos outros lugares. Arrisco dizer até que todas as vezes que fui para Disney na vida foi porque alguém (que não eu!) queria muito. Meus pais escolhiam por mim na infância, tive um namorado que adorava e a gente ia bastante… Mas a “culpa” nunca foi minha.

Aí, que no meu primeiro dia de aula aqui em Nova York, entra uma moça que recebe os estudantes internacionais, se coloca a disposição e tal para qualquer coisa e sugere alguns passeios turísticos imperdíveis! E tinha lá o Six Flags. Six Flags? Fiquei confusa. Para mim era só em Los Angeles. Fui a mais tempo ainda que a Disney e esse me lembro que pirei. Sou louca por montanhas-russas. Mas tava com tanto sono (pensem 8 da matina do primeiro dia de aula?) que deixei morrer.

Dias depois no telefone com uma das amigas v-i-c-i-a-d-a-s em parque eu perguntei se tinha algum por aqui. Ela certamente saberia. E a resposta foi: “amiga, tem a maior montanha-russa do mundo nesse parque! Você tem que ir! É aí do lado!”. E Nova York (não fica em NY mas é aqui do lado, vai… Então finge que é!) me surpreendendo mais uma vez…

Tratei de programar logo minha ida… E ontem eu fui!

sixflags-1

Fica em New Jersey. A gente chamou um motorista que sabia chegar para não tem dor de cabeça. Mesma coisa que fizemos no show da Beyonce que também foi lá! Foi uma horinha e meia de estrada tranquila até lá. Talvez um pouquim mais por conta do trânsito para sair da cidade.

Compramos os ingressos pela internet (aqui!) mesmo do carro, com medo de ter fila. Mas nem teve. Chegamos relativamente tarde, umas 14hs por conta da minha aula cedo. E valeu super a pena!

sixflags-2O ticket foi 40 dólares por cabeça. Mas acho que os preços variam dependendo do dia. E pagamos mais 45 dólares (também por cabeça!) para comprar um relógio que te permite marcar horário nas montanhas-russas. Vale m-u-i-t-o a pena! Eles têm três tipos. Compramos o mais barato. Que você só pode marcar uma por vez, mas o top dos tops você pode ir nos briquedos sem nenhuma fila, sem ter que marcar hora, inclusive pode querer repetir sem sair do carrinho, tá ok?

Aí eram acho que cento e poucos por cabeça. Que pros viciadinhos e sem paciência com fila podem valer cada centavo!

Fomos em t-u-d-o! Tudo, tudo, tudo. A única coisa que não fui, deixei pro final mas já tava tãaaaao exausta (é tanto bate cabeça nesses brinquedos, e a pessoa aqui tava sem prática!) que acabei deixando para próxima é o SlingShot! Um estilingue que você paga 50 e poucos dólares a mais para poder ir. São duas pessoas numa cadeira presa por elásticos. E eles te arremessam e você fica indo e vindo em quedra livre. Deve ser o máximo. Mas não dei conta. Será meu primeiro da próxima vez!

Fiz minha listinha de preferidos aqui para gente, ó:

sixflags-3A El Toro foi sem dúvida meu brinquedo preferido! Você não dá nada para ela. Montanha-russa de madeira normalmente é fraca, né? Só que não! Só que não aqui!

A bichinha é rápida demais. Frio na barriga demais. E mesmo sem nenhum looping ficou de longe no meu primeiro lugar. Meu e dos meus outros 7 companheiros de parque. Tem-que-ir nessa!

Ah, a gente foi a noite, já tava escuro. E a sensação é m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a! Vale repetir. Fazer claro e escuro se tiver tempo! ;)

Kingda Ka é a tal da maior do mundo. Beeeem boa também. Mas muito rápida. Quando você vê, acabou.

O Zumanjaro é o elevador que cai deles. Vai subindo, subindo e não para nunca de subir. É s-u-r-r-e-a-l de alto. E aquele frio na barriga maior do mundo. É demais!

Esses foram meu top 3. Mas tem um taaanto de montanha-russa. Amei muito também a lanterna verde, que você vai em pé. Também dá para passar um nervosinho!

Enfim, tem que ir em tudo! O parque fecha só as 22hs então dá para ir e ainda repetir os preferidos dependendo do tamanho das filas!

Saí morta, moída, exausta… Mas valeu muito, muito, muito!

Se você curte parque, tire um dia para conhecer!

Eu adorei!

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#ItSong

Eu ia começar esse post com um papinho que vira e mexe eu repito por aqui! De quando o assunto não é novo. Não é restaurante novo. Não é música lançamento. Não é tendência fresca. Tipo, não descobri isso agora mas estou completamente viciada. Acontece muito isso por aqui, certo? De tocar em assuntos que a gente já viu, já leu ou já ouviu falar tem tempo.

Sempre que isso acontece eu quase desisto do post. “Assunto antigo, todo mundo já deve tá cansado de saber! Melhor deixar para lá!“.  Alguns eu deixo pra lá. Mas outros, tipo a música de hoje, eu não resisto. Fico pensando que da mesma forma que eu me apaixonei por ela perdidamente (mesmo com esse delay!) alguém aí também pode se apaixonar. E o vício é tanto, tanto, tanto que acaba sendo mais forte que eu.

Aqui em Nova York eu ando muito na rua. Vou a pé para tudo. Amo. Ir olhando em volta. Observando a cidade. As pessoas. E sempre com fones no ouvido. Sempre. Deixando o suffle trabalhar um pouco. E aí aos poucos vou criando vínculos com algumas músicas.

Aliás, a nossa #ItSong nasceu em uma viagem minha para Londres. E se vocês pararem para reparar eu alimento muito mais tag quando tô viajando. Deve ser por isso… Por apurar os sentidos fora de casa. Do nosso país. Enfim… Deixa essa filosofia de mesa de bar para lá e vamos para música! :)

Um pouco antes de vir para cá pedi para dois amigos (que confio no gosto musical!) gravarem cds para mim para dar um gás no meu iPhone. Já tava enjoada das minhas músicas. E eles fizeram. Foram quase 500 novas músicas. Que eu provavelmente já ouvi tudo. Porque acordo com música. Tomo banho com música. Caminho para os lugares com música. Faço mercado com música. E sempre no shuffle. Até alguma me pegar de jeito.

Aí eu repito uma. Duas. Três vezes. Aí, acordo no dia seguinte e coloco ela enquanto preparo meu café. E quando vejo tô ouvindo no repeat incansavelmente. Esses dias fiquei pensando nos meus vizinhos… Tava me arrumando para sair e devo ter escutado a música desse post (sem sacanagem!) umas 20 vezes seguidas. Mole. Sou dessas… Doencinha.

E aí como é que eu não coloco a música aqui? Mesmo sendo velha? Mesmo sendo assunto antigo? Ainnn… Não consigo. Correrei o risco! Dá play aí:

Cara Delevigne com esse lindo (que eu nunca tinha ouvido falar mas já amo!) do Will Heard.

Agora é a hora que vocês me dão uma aula sobre ele nos comentários, passam links com as melhores músicas e tal, tá? Me contem tudo, não me escondam nada! ;)

Ontem caminhando com a Pati Bonaldi (mais uma amiga de visita na cidade! Oba, oba!) coloquei para ela ouvir. E ela pirou. Pediu para repetir. Não conhecia. Disse que vai baixar! Aí fiquei com mais vontade ainda de trazer a música para cá… Vai que tem mais gente que ainda não ouviu… Ou que já ouviu e que vale repetir!

Enfim… Que a música traga para vocês um pouquim da paz que me provoca… Da sensação boa que me causa!

Boa semana para gente!

  
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West Village com a Luiza Ferraz! :)

Vocês vivem me perguntando sobre as minhas fotos! Se eu vivo com fotógrafo profissional por perto! Rs… Acho graça! E a verdade é que é tipo isso mesmo! Tenho a sorte de ter vários amigos talentosos (e o site ter me aproximado de mais vários outros!) que transformam uma simples ida até a esquina em fotos lindas, lindas, lindas…

Esse post é exemplo perfeito disso! A Luiza Ferraz (amiga-fotógrafa-talentosa que o site me trouxe!) passou uns dias em NY e a gente fez um tanto de coisa juntas! E cada mergulho era um falsh! :) Tipo isso!

Esse primeiro look veio de um dia de visitas em apartamentos! A Lu me acompanhou (tô olhando uns apartamentos porque vou estender a estadia!) nuns três! E como a câmera tá sempre em mãos a gente não deixou uma parede passar… Um parque florido em vão… :) Entre um apartamento e outro, era: “encosta aí vai, Ju! Olhas essas flores… A gente tem que fotografar!“. Bom assim! Essa é uma das coisas que mais gosto na cidade… Tudo parece locação! Cenário… Um tanto de mensagens pintadas ou adesivadas, portinhas, paredes, muros, flores… Afff… Irresistível mesmo!

E aí, meu dia junto do corretor (que era para ser booooring sem fim!) deu nisso aqui ó:look3

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look8
look5look9look10Regata H&M, short Urban Outfitters, jaqueta J. Chermann, óculos Dolce & Gabanna, bota Dr. Martens (novíssima! Acabei de comprar! Você vão cansar de me ver usando!) e bolsa Gucci.

FOTOS: LUIZA FERRAZ

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Fringes Fever!

Vim falar de assunto antigo. Amor antigo. Meu vício fashion. Aliás acho que meu maior vício fashion. Que já tem tempo que deixou de atender só a turma alternativa e invadiu totalmente as araras de t-o-d-a-s as tribos.

Vestido de noite com franja? Tem. Clutch bapho para sair a noite? Tem. Kimono? Tem. Pulseira? Tem. Saltão? Tem. Botinha? Tem. Rasteira? Tem.

Pode pensar aí em qualquer coisa que provavelmente já existe uma versão com franjas!

Saia, calça (sim, calça!), short, colar, bolsas mil… Para praia, pro campo, para o festival, para a noite… Tem para todo mundo.

E eu (viciada que sou!) demorei até demais para tocar no assunto aqui!

Bora?

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A coisa é tão boa que Valentinão vem repetindo de estação em estação…

Sorte a nossa!

E o meu coração bate forte… Desejo, desejo, desejo…

Um tanto de franja linda desfilando por aí, ó:

franja6franja3franja5franja4franja7Agora é só escolher uma para chamar de sua!

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Do mês! :)

Sempre tive dois problemas com Nova York. Dois únicos problemas:

1. O fato de você não poder beber na rua. Tipo, quer tomar um vinho no parque jogada na canga com os amigos? Não pode! Aqui você só pode beber dentro de algum estabelecimento. Ou de casa.

2. Manicure! Elas são caríssimas e não cutilam a unha. Elas basicamente lixam, empurram a cutícula e trocam o esmalte. Aí, tem mais uma coisa, na troca do esmalte elas não limpam o cantinho, sabe? Elas meio que pintando certinho (sempre sobra um pedaço de unha sem esmalte!) para não precisar limpar no final.

Resultado? Uma unha com esmalte grosso, canto sem pintar e cheia de cutícula. Todas as temporadas que passei aqui isso foi um sofrimento! Essa semana, fazendo com uma brasileira (fiz minha primeira unha desde que cheguei!) ela me disse que a gente que é estranha mesmo. Que o resto do mundo inteiro faz como as orientais espalhadas por todos os nail spas de NY. Que parece que só na Turquia tiram cutícula como a gente. Ou seja, somos exceção! E que somos as mais vaidosas do mundo! Nenhuma é tão vaidosa quanto a brasileira. Eu concordei com ela! ;)

Verdade ou mentira esses dados todos a real é que a gente se desespera mesmo longe da nossa manicure, cabeleireiro (Proooo, cadê você???), minha sobrancelha já grita pela Nádia Tambasco desde que cheguei… Enfim… É isso mesmo! E comecei a saga de achar a minha manicure perfeita para minha sobrevivência em NY. Comecei bem! Curti minha primeira unha. Mas como já vi no insta que várias de vocês gritaram por dicas de onde fazer unha por aqui, eu vou fazer minha lição de casa direitinho, experimentar algumas opções e depois dou a receita do bolo, pode ser assim?

Olha só como ficou a primeira:

esmalteAprovado?

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Sobre sonhos e brigadeiro!

A gente passa uma vida toda procurando, né? Vocês também tem essa sensação? De que tá sempre faltando alguma coisa? Um sonho, um amor, uma promoção no trabalho, o sapato lançamento, a casa na praia, a viagem, o curso, a grana… Parece que estamos jogando para frente o tempo inteiro. Adiando. Para o tal dia da conquista disso ou daquilo. Que provavelmente quando chegar já teremos mais mil outras prioridades empilhadas na caixinha de pendências. De vazio. De que ainda falta tanto para chegarmos onde planejamos.

cronica4Esses dias, pouco antes de vir para Nova York, entrei em crise momentânea profunda. Tinham três amigas em casa que não me deixam mentir. A tpm ainda deu uma forcinha na coisa toda e me acabei de chorar algumas muitas horas. Nostálgica por um tempo que não vivi. Do que ainda me falta. Tão estranho isso… Será que vocês entendem o que tô falando?

E elas me perguntavam o que estava acontecendo e eu não sabia muito o que dizer… “Estou chegando nos trinta talvez. Deve ser isso. Trinta. Uau. Trinta é muito. E ainda não conquistei  nem metade do que gostaria… Ainda me falta tanto!”. Talvez fosse isso. Talvez fosse só tpm mesmo. Talvez os dois.

E quando dizia do que me falta conquistar, tava falando da busca mais espiritual mesmo. Daquilo que não se explica, sente. Do que dinheiro nenhum no mundo compra, sabe? De você acordar todos os dias de bem com você mesma. Feliz de estar vivendo exatamente a vida que escolheu viver. Mesmo que alguns planos não saiam do jeito que sonhou. Mesmo que o tempo não seja exatamente o do seu calendário. Que demore um pouco mais. Um pouco menos. Que não venha. Ou que venha quando você menos esperar. Quando não tiver mais pensando nisso. Ah, essa é sempre a melhor possibilidade! Quando a vida surpreende!
cronica2Eu com 15 anos achava que com 30 estaria casada e com filhos. Com 20 e poucos quase casei. Com 20 e alguns sofri desesperadamente um término. E hoje com 20 e muitos quase não penso muito no amor. Eu vivo. Não deixo de viver. Mas não penso. Não penso porque é energia demais gasta. Muita pergunta para pouca resposta. Taí o amor, ótimo exemplo do que não se explica, se sente, e ponto. Sem regras. Nunca se sabe quando trata-se de amor. E saber lidar com ele e com as voltas que ele te dá exige muita, muita, muita evolução espiritual!

Aí com 20 e poucos você acha que não vai existir vida depois do pé na bunda e com 20 e muitos, 30, 40, você abre um vinho e espera passar. E aí viver vai começando a fazer mais sentido… Mesmo que na dor. Mesmo que na frustração. Mesmo quando as coisas estão longe de sair do jeito como gostaria.

A gente se preocupa tanto, tanto, tanto traçando metas que acabamos deixando o hoje passar. Falo por mim mesmo. E tenho certeza que vai ter um tanto aí se reconhecendo. Você quer tanto uma coisa, foca tanto naquilo, coloca a responsabilidade da sua felicidade toda ali e vai perdendo o detalhe. A árvore florida do lado de fora, sabe? O olhar fica destreinado. E tem taaaaanta poesia por aí… Tanta! Mesmo num mundo cheio de dificuldades e diferenças. Prometo que se condicionar o olhar vai achar poesia a cada esquina… Ah prometo…

Não tô aqui dizendo para ninguém desistir de nada. Para não ter metas. Objetivos. Imagina! Sou capricorniana (acho que é o signo mais determinado do zodíaco!) e cheia de sonhos. Muitos. E nada me chateia mais do que gente que me propõe parar de sonhar. Afffff… Jamais me atreveria a opinar nos sonhos de alguém. Tô falando da caminhada… Da batalha. De enfrentar a vida enquanto isso ou aquilo não chega. De estar presente no seu presente. Viva (o). Inteira (o). Olhar atento. Coração pulsando.

Essa semana tive uma notícia chata de saúde de uma pessoa querida. O tipo de coisa que a gente não controla. Que dói. E tava saindo de uma exposição sozinha em NY para voltar para casa. Chovia um pouco. Já era a noite. Coloquei meus fones de ouvido e voltei caminhando. Não queria um taxi. Queria ganhar tempo até enfrentar meu travesseiro. Então fui tomando chuva, me dei o direito de uma playlist devastadora e mais algumas lágrimas até chegar no meu quarteirão. Eu estava inteira na minha dor. Digerindo. Processando. Mas inteira. Presente. No ringue.

E é disso que eu tô falando. Saber enfrentar o que vier, sabe? Postei esses dias a frase do Leminski que diz “não discuto com o destino, o que pintar eu assino” e é bem isso. A evolução que busco é a de saber dançar conforme a música. É rir do desvio. É não gastar tempo com o que não tem solução. Rir da derrota. Ou simplesmente enfrentá-la com elegância.

Essa vida é tão louca e tem tanta coisa que a gente só vai entender lá na frente… E perdemos tanto tempo presos na tecnologia. No last seen do cara, na foto postada, na vida do outro… Gastamos taaaanto tempo remoendo o que não deu certo. Dias e dias jogados fora. Ele te trocou por outra? Não apareceu? Junte umas amigas e vá falar mal do cara. Faz isso num parque lindo. Dê chance também para vida te surpreender.

Me lembro que com 17 anos vim estudar inglês em Nova York. Tinha um namorado, meu primeiro grande amor. Meu pai me deu a viagem de presente (hoje que pago minhas contas aqui eu entendo o quanto de investimento que ele fez!) e joguei fora três meses de vida presa no skype. Sofrendo a distância. Querendo ter controle. E deixando um tanto de vida para viver do lado de fora da minha janela. Ah esse tal de amor… Desse jeito nunca mais! Já tô nos meus 20 e tantos…

Não ganhou a promoção que queria? Perdeu para concorrência? O aumento não veio? Invista em você. Em novas possibilidades. Cursos. Preparo. Pula a parte do rancor do “porque ela (e) e não eu” e vá atrás do que realmente você pode controlar. Do que você pode se proporcionar! Quem sabe uma noite com brigadeiro afundada em pesquisa de cursos e possibilidades. Caminhos para seguir. Bifurcar. Ou mesmo uma série que te distraia. E (de novo!) a vida vai voltando a fazer sentido… O que você pode fazer por você mesma (o). Como reagir quando a bomba atacar. Quando tropeçar. Ou qualquer surpresa ruim chegar.

Sugiro um fone de ouvido e uma longa caminhada… ;)

Ou um brigadeiro…

Ou algum tempo sozinha. Uma viagem sozinha então para renovar e apurar o olhar para quem puder se dar… Nada melhor!

cronica1Se entregar mesmo ao imprevisível. Que o ruim vem mas o bom também pode gritar. Que você não faz idéia de quem vai trombar a cada esquina. Que a vida pode te presentear. Ah, tem taaaanta poesia em não saber o que esperar… Em estar aberto ao mundo. Em sair de casa. Em olhar no olho do estranho. Em dar bom dia para o desconhecido. Em não ter medo de se jogar. Em conversar. Em topar. Em experimentar. É só a gente saber cair e levantar. Alguns tombinhos não matam, prometo. E no meio de tanta curva é estar lá para brindar o que de bom chegar!

E assim a gente vai vivendo… Mais leveza. Suavidade. No caos e na mais perfeita felicidade. Quando fizer o gol ou na desclassificação. É a tal da plenitude que ainda me falta tanto para chegar. Aquela do começo do texto. Ainda dou os meus tropeços. Me pego deixando de viver e logo me puxo de novo pro prumo. Tô no caminho. Chego lá. Chegaremos!

E Deus continua sussurrando: “Não desista, o melhor ainda está por vir.”

(Caio Fernando Abreu)

  
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Revenge

revengeMais uma série para conta!

Meu Deusssssssss, como amei Revenge! Amei, amei, amei! Com todas as minhas forças!

A indicação foi de vocês! Quando escrevi sobre Grey’s Anatomy aqui recebi muitos comentários indicando novas séries para amenizar minha crise de abstinência. E Revenge foi uma das mais citadas. Então pouco antes de vir para NY comecei a assistir.

Para quem ainda não viu (comece já!) o nome da série é totalmente auto-explicativo. Revenge é vingança em inglês e é isso que você pode esperar. Esquece hitória de amor, romance… Esquece! Aliás sofri muito com a frieza da protagonista de deixa um tanto de boy lindo passar porque ela só quer saber de se vingar.

Tô falando da Emily Thorne. Que na verdade é Amanda Clarke mas muda a identidade para se vingar das pessoas que destruíram sua família e causaram a morte de seu pai.

Até aqui nada de spoiler! Tudo isso acontece meio que nos primeiros capítulos. O pai foi preso sob acusação falsa e injusta de terrorismo. Foi julgado, condenado e assasinado na prisão. Amanda (que já responde por Emily desde o primeiro episódio!) passa a vida entre orfanatos e reformatórios. Aí, fez 18 anos, foi solta e recebeu a herança do pai: uma caixa com todas as anotações e detalhes sobre as pessoas que arruinaram sua vida e alguns milhões de dólares. Pronto. Material suficiente para ela começar a arquitetar sua vingança maluca.

A-M-E-I mais que brigadeiro a primeira temporada. Para mim é a melhor de todas. Tem três até aqui. Acho que amo a primeira (agora vem uns mini-spoilers!) porque ela quaaaase se perde por se envolver com Daniel muso. Ela escorregou ali. Rolou uma emoção quase chegando na razão. E sou dessas, né?! Romântica toda vida, queria muito eles juntos para sempre. Juro. Sou total team Daniel.

Daí na segunda temporada vem Aiden (preguiça dele! Muita! Acho totalmente sem sal. Vocês falaram que eu morreria, que aquele sotaque e blablabla… Achei química zero entre os dois!), Amanda (outro sono eterno!) e uns outros personagens a mais.

Achei fraca a segunda. Gostei não… Mas do meio pro final veio. E aí, a terceira… Afffffff… Aí adorei de novo! Ainda acho a primeira a melhor de todas, mas a terceira me agradou. Porque você vê a história indo para frente… Não parece que tão enrolando a gente, sabe? A coisa anda. Gosto assim.

Acabei ontem a terceira e estou d-e-s-e-s-p-e-r-a-d-a pela quarta. Deus do céu, como faz? Parece que saiu a data, será no dia 28 de Setembro aqui nos Estados Unidos e eu só penso nisso!

Daí tô de novo pensando em alguma nova para começar e distrair esse coraçãozim pulsando Revenge! Sabe que tá falando alguns Grey’s preu ver e nem isso tá me dando vontade. Acho que tô de luto!

Volta Emilyyyyyy! Pleaseeee!

PS: Acabei o texto e me dei conta que não falei do Nolan! E não posso deixar acontecer. É meu personagem favorito. Queria taaaanto um Nolan para mim. Para chamar de meu. E também faltou Jack, né? Muso eterno, charmoso tal, mas preciso que ele pegue Ems logo preu poder tirar as conclusões! Acho que agora na quarta temporada vai! Até lá continuo sendo team Daniel. Mesmo depois de enfeiarem o cara, de ter virado totalmente vilão mala, ainda torço para que ele e Emily vivam felizes para sempre no final!

  
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On The Run

Já sentei para escrever esse texto umas três vezes. E não saiu. Nem mesmo uma linha. Talvez por ter que tentar descrever o indescritível. Mas vamos ver se agora vai…

Fui até New Jersey atrás da minha musa maior. A turnê não tinha (ainda não tem!) data para Nova York então não quis arriscar. O único show que vi (que não vi, no caso!) da Bey foi no Rock in Rio e foi frustrante. Eu tava muitíssimo longe, só via um pontinho se movimentando no palco. Então nem conto. Não valeu. On The Run foi meu primeiro show. E que show…

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Eu tava na fileira quinze. Na cara do gol. Bem perto do palco mesmo, graças a Deus! :) E o investimento foi totalmente válido. Se tiver outra oportunidade por perto eu volto e tento sentar ainda mais para frente! São mais de 40 músicas. Duas horas e meia de show. Duas horas e meia que você nem vê passar. Voa. 

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Confesso que cheguei meio de bode de ter menos Beyonce para dar espaço para o Jay Z. Adoro o som dele e tal mas era ela que eu queria assistir. Comprei o ingresso para ver Beyonce. Não On The Run. E sai c-o-m-p-l-e-t-a-m-e-n-t-e apaixonada (também!) por ele. Também muito por ele. O casamento não podia ser mais perfeito.

jaybey3Não sou grande entendedora técnica. De acústica e tal. Mas foi a qualidade de som mais perfeita que já ouvi em show em toda minha vida. Sabe quando tudo é muito redondo? A sensação é que até os infinitos jatos de vento foram meticulosamente estudados e dirigidos para cada parada que ela faz. 

São vários vídeos passando pelos imensos telões para desenhar as trocas de roupa. E não é só ela que se troca. Ele acompanha. Não sei se tanto quanto ela mas tem uns vários figurinos ali. Amo todos os vídeos. Sofisticados. São muito bons mesmo. Mas acho que preferia menos vídeos/figurinos para umas musiquinhas a mais na playlist do show. São 40 músicas mas a gente sai com vontade de mais. A vontade é de que não acabe nunca!

Eles quase não falam com a gente. Dão um oi no começo. E se despedem no final. Mas também nem precisa. Sério… O negócio é tão redondo. É tanta coisa acontecendo toda hora, fogo, variação de palco, entra e sai de cenário. Um passando bastão pro outro. E (pagando minha língua!) meus momentos favoritos foram quando os dois se encontravam para cantar junto.

Aliás, eu já adorava a música do Jay Z com Justin Timberlake, vocês já ouviram? No show, a Beyonce canta as linhas do Justin. E eu não consigo mais parar de ouvir essa versão. Foi (sem dúvida!) minha preferida. Fiquei totalmente arrepiada. Dos pés a cabeça. O rosto dela fica no close no telão o tempo inteiro. E ela vive a música intensamente. E eram só os dois no palco. Nada mais. Sem nenhum efeito. Ballet. Vento. Nada. E foi mais que suficiente.

Eu não sei baixar meu vídeo aqui (filmei a música tooooda!) mas roubei um do show de estréia em Miami que dá para ouvir bem, ó:

Assisti de novo agora e continuo me arrepiando dos pés a cabeça… Afffffff…

Aliás bombardeei meu instagram com alguns vídeos! Não aguentei! Acho que devo ter filmado quase tudo. E postei umas coisinhas! Era um desespero de registrar, de ter aquilo comigo para sempre, sabe?

Eles terminam o show num segundo palco armado no meio do estádio. Quase morro. Todas as luzes de celulares acesas (tem vídeo no insta!) e vão juntos em Forever Young. Todo mundo canta junto. Coisa mais linda… Emocionante!

Assim, tenho vontade de falar de música por música, sabe? Ficaria um dia inteiro aqui. Mas a real é que é aquilo que eu falei no começo do texto mesmo, só vendo para entender! ;) Só estando lá.

Agora bora pros figurinos da Bey? Trouxe alguns para gente! Ó só:

jaybey4jaybey6jaybey5Li que são 14 no total! Mas a sensação é de que são muito mais! Quase que um look para uma música, sabe? Meu preferido é o primeiro Versace, o que ela abre o show, e com aquela redinha na cara! Amei muito aquilo!

E eu sigo transbordando… Com saudade já…

Existe ter saudade de show?

Acho que sim… Deve existir! É o mais perto que encontrei de explicar o que sinto!

Obrigada Beyonce por tanto…

E bem vindo Jay Z!

Você acaba de entrar (com o pé na porta!) no meu coração!

  
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Birkenstock?

Tentei evitar o inevitável. Já pensei em postar sobre o assunto mil vezes, todas as marcas fizeram, todo mundo postou, uma galera usando, mas sempre desistia.

Desistia porque não tinha vontade de usar. Olhava as fotos, campanhas, povo na rua e não desejava. Então tentei fingir que não vi, sabe? Que não era comigo!

Mas aí vim para Nova York em pleno verão e virou perseguição. Uma média de 10 birkenstocks a cada quarteirão. (#todasusam #todasaindausam) A nova, a velha, a descolada, a arrumada, a alternativa… T-o-d-a-s!

Aí, você vê uma com um estilo mais parecido com o seu usando e começa a achar bonito. Aí, outra usando uma com estampa maneira e você passando calor de bota. E assim vai… Assim foi! E cá estou!

birkenstock1

Logo depois que Céline desfilou seus sapaticos peludos no começo do ano eu vi uma foto das gêmeas ousando com meião branco. Eu tenho m-u-i-t-o nervoso de meia branca. Não uso! Tipo TOC mesmo. Só uso preta e cinza! (#confissões rs) Então ficou tudo meio confuso na minha cabeça: o sapatinho esquisito + meionas brancas. Deu tilt! Urgh!

Mas guardei para mim porque achei intuitivamente que o feitiço poderia vir contra a feiticeira, sabe? Tipo: não vou falar nada que vai que dá vontade mais tarde! Então calei. Deixei. Elas deviam saber o que tavam fazendo, né?

E sabiam… Claro que sabiam!

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Aí, olhando para a foto das duas agora de novo,  já adoro o que vejo! (Pode isso, produção?) Ainda preferia uma meia cinza. Ou preta. (#alockaobsessiva) Mas gosto muito do combo birken + meia. (#prontofalei!) Não sei se acostumei o olhar, não sei o que foi. Sei que mudei de opinião! E que jajá (já? #delay) arrumo um modelo para chamar de meu.

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Separei algumas inspirações para gente… Como aqui tá m-u-i-t-o calor e aí no Brasil é inverno, pequei um pouquim de cada! Assim todo mundo fica feliz! :) Boralá:

birkenstock5birkenstock4Louco como quando uma coisa pega (os hits!)  t-o-d-o m-u-n-d-o faz! Ou a coisa pega exatamente porque t-o-d-o m-u-n-d-o fez. Ou as duas coisas!

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Somewhere in Williamsburg!

Gostei taaaaanto dessas fotos (foram presente de um fotógrafo de street style aqui de NY chamado Scott Harris!) que não guentei esperar e postei umas duas no instagram antes daqui!

Tipo ansiedade adolescente, sabe? Sou dessas! Tomara que vocês ainda não tenham enjoado do look! Que agora vamos para as fotos grandonas, todos os detalhes e créditos das peças! Bora? Partiu!

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Top Haigh Clothing (marca novíssima em folha de uma amiga amada! Vale clicar aqui para conhecer!), saia longa Urban Outfitters, saia curta Daslu, sandália gladiadora Uza (tá em SALE! Quase metade do preço! Só clicar aqui!), bolsa Chanel, óculos Urban Outfitters, chapéu e terço foram de barraquinhas de rua em NY, colar triângulo e cristal Hai Design, colar penduricalhos curto Urban Outfitters.

Ufa! Acho que foi tudo!

Gostaram?

FOTOS: Scott Harris

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